ALB participa de debate sobre incentivo ao livro e à leitura realizado pela Fundação Pedro Calmon

ALB participa de debate sobre incentivo ao livro e à leitura realizado pela Fundação Pedro Calmon

Espaço emblemático para a cultura baiana, o Quadrilátero da Biblioteca Central da Bahia, nos Barris, foi palco, ontem, da roda de conversa ‘Política Estadual e Nacional do Livro e Leitura no contexto da PNAB’, realizada pela Fundação Pedro Calmon (FPC), vinculada à Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA), em parceria com o Ministério da Cultura (MinC), por meio da Secretaria de Formação Artística e Cultural, Livro e Leitura (Sefli).

O evento reuniu membros da Academia de Letras da Bahia (ALB) e das academias de letras dos municípios, representantes de bibliotecas municipais e comunitárias, dirigentes, proponentes de feiras e festas literárias, representantes da Periferia Brasileira de Letras, além de outros agentes culturais com atuação destacada no campo do livro, da leitura e da literatura no estado.

O objetivo foi promover o diálogo e a articulação entre diferentes esferas da cadeia do livro, discutindo estratégias para a implementação e o fortalecimento das políticas públicas do setor à luz da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB).

Presidente da ALB, Aleilton Fonseca falou sobre a alegria em participar do encontro: “É uma satisfação, como representante da Academia de Letras da Bahia, me deparar com autoridades, educadores, leitores, escritores, reunidos nesta fantástica biblioteca, que faz parte do imaginário de todos nós que gostamos de leitura e de livro. Desde adolescente frequento este espaço, hoje para falar do que é mais importante para um conceito de cidadania: o acesso ao livro como um direito inalienável de todo cidadão”, afirmou.

Ao lado de Fabiano Piúba, secretário de Formação Cultural, Livro e Leitura do MinC; Nádia César Lanser, secretária Executiva do Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL); Bruno Monteiro, secretário de Cultura da Bahia; e Sandro Magalhães, diretor-geral da FPC, Aleilton destacou, ainda, a importância das políticas públicas recentes de incentivo à leitura.

“Quando encontramos pessoas que têm a capacidade da leitura, da interpretação, do debate, invariavelmente, essas pessoas passaram pelo convívio com os livros. Um escritor é, sobretudo, um leitor que também desenvolveu o gosto pela escrita. Nessa direção, vemos o empenho do governo do Estado e das instituições culturais em geral (das academias de letras e das escolas), no sentido de defender o direito inalienável à leitura. Como disse Antonio Candido: ‘O direito à literatura faz parte da cidadania integral’”, finalizou o presidente da ALB.